Dentro da filosofia de trabalho da atual gestão da Associação Goiana de Municípios (AGM) em oferecer todas as condições de capacitação aos gestores e servidores municipais a entidade promoveu o Workshop “Plano Municipal de Educação 2026/2036”. O Novo Plano Nacional de Educação (PNE) para esse período foi criado através de Lei nº 15.388 de 14 de abril de 2026. A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União os municípios passaram a ter um prazo de 15 meses para elaborar os seus planos.
Para discutir o assunto e esclarecer dúvidas, a AGM promoveu uma palestra que contou com as participações de prefeitos, vices, e principalmente secretários municipais de educação. Ela foi ministrada pelo Dr. José Carlos Colares, professor universitário, consultor educacional e especialista em gestão pública e educação, com mais de 40 anos de experiência no setor público.
Na abertura do evento o presidente da AGM, Zé Délio, destacou o quanto é complexo o setor da educação e o grau de responsabilidade dos municípios com esse setor. Defendeu mudanças na legislação principalmente no que se refere a permissão de gastos com a merenda e objetos escolares no percentual obrigatório de 25% dos recursos destinados a educação. “Tudo acontece é no município, mas as decisões são tomadas em nível superior, sem nenhuma consulta ou discussão, colocando os gestores em situação de dificuldades”, salientou Zé Délio.
O prefeito de Montividiu do Norte, Clemerson Lopes, prestigiou o evento e elogiou a atual diretoria da AGM pela gestão dinâmica que vem realizando. “É muito importante a iniciativa da AGM em promover eventos como esse”, frisou.
Segundo o professor José Carlos Colares os municípios devem começar a elaborar os seus planos o mais breve possível pois já estamos numa corrida contra o tempo uma vez que faltam apenas 12 meses para a conclusão dos mesmos. E deve se levar em conta que esse processo não pode ser rápido pois depende de uma profunda e ampla discussão envolvendo todos os segmentos da sociedade. “São dezenas de objetivos e de metas a serem cumpridas previstas na lei que criou o novo PNE”, argumenta Colares.
Segundo ele os planos anteriores apresentaram inúmeras falhas que podem ser corrigidas agora. Isso reflete no nível da educação que é oferecido aos estudantes.
Assessoria de Comunicação da AGM











